Pelo menos trinta e dois empresários paraibanos estão participando, com apoio do Sebrae Paraíba, da Feira Internacional de Negócios Criativos e Colaborativos – FINCC Digital, que está sendo realizada até o próximo dia 27 e cuja edição está sob a coordenação do Sebrae Sergipe. Os empreendedores, que são de segmentos como artesanato, startup digital, bloco carnavalesco, gastronomia, dança, teatro e turismo criativo, estão com lojas virtuais na feira.
A FINCC Digital está sendo realizada na modalidade 100% digital e gratuita, em decorrência das restrições impostas pela pandemia da Covid-19 e, também, seguindo o sucesso das edições paraibanas que, desde 2020, têm sido realizadas no formato on-line. Ao todo, o evento coordenado pelo Sebrae Sergipe terá mais de 200 lojas no marketplace, beneficiando cerca de 600 donos de pequenos negócios.
Os expositores e internautas poderão ter acesso às palestras, mesas redondas, rodadas de negócio e apresentações culturais através da página da feira: www.fincc.com.br. A FINCC é uma iniciativa do Sebrae Paraíba desde setembro de 2019, tendo aberto oportunidades de integração entre os negócios criativos do Nordeste através do Projeto Integrado Economia Criativa dos Sebrae da Região.
“A economia criativa integra negócios que se desenvolvem utilizando o conhecimento, a criatividade, a cultura e a tecnologia, agregando valor econômico aos produtos e serviços. Os setores criativos são movidos por ideias e expressões criativas, que transformam pessoas, lugares e economias. São os talentos culturais que conseguem enxergar as singularidades das cidades e projetá-las para o que se deseja, enquanto cidadãos”, explicou a gestora de turismo e economia criativa do Sebrae Paraíba, Regina Amorim.
Ela afirmou, ainda, que a Feira é uma das estratégias de acesso a mercados aos negócios criativos, que conta com o apoio do Sebrae Nacional e das unidades estaduais. “A economia criativa gera empregos, renda, comércio, divisas, além de contribuir para um modelo de desenvolvimento mais inclusivo e sustentável. Portanto, ao pensarmos em economia criativa, é preciso ir além dos números e perceber de forma mais holística a interação entre a economia, a tecnologia, a cultura e as questões ambientais na dinâmica do mundo globalizado”, enfatizou.
