A realização da empreendedora Ana Cristina Marques é ver a transformação que a sua empresa está causando na vida de quem é beneficiado com o seu negócio: crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro do Autismo e neurodivergentes. Com apoio do Sebrae/PB, ela uniu a paixão por cavalos ao propósito de ter uma empresa que contribuísse para a inclusão social. Assim nasceu o Centro de Equoterapia e Terapias Integradas Bem Viver, em Gurinhém (PB), a 72 km de João Pessoa.
Nesta quinta-feira (2), que é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, Ana Cristina comemora cada conquista dos seus pequenos clientes. Para ela, uma motivação para continuar com o negócio e pensar no futuro.
“Acompanhar o momento em que uma criança estabelece um vínculo de confiança com o cavalo ou sorri ao superar um desafio sensorial é o que dá sentido ao nosso trabalho. Cada pequeno passo, é celebrado como uma grande vitória por toda a nossa equipe. Finalizamos nossos atendimentos com o coração repleto de alegria e gratidão por estarmos cumprindo o nosso propósito”, comenta a empreendedora.
Entre os desafios do negócio, que iniciou em novembro de 2025, está manter o crescimento sustentável da empresa, buscando ampliar o número de clientes, mantendo a qualidade da assistência e um serviço de alto nível.

“A divulgação e a gestão exigem muito esforço e, nesse ponto, somos profundamente gratos à parceria com o Sebrae, que tem sido essencial para consolidarmos nossa operação. Encaramos a gestão com seriedade e pé no chão, com a finalidade do Bem Viver ser um espaço que acolhe, cuida e integra”, acrescenta Ana Cristina.
Para o futuro do negócio, ela espera continuar cumprindo o seu propósito de transformação social e mudando vidas. Para isso, Ana Cristina projeta ampliar também as especialidades oferecidas ao público.
“O plano principal é que o Bem Viver seja um centro completo com terapias integradas, unindo a nossa base técnica da Equoterapia a novas frentes como a fisioterapia, musicoterapia, artes, hortoterapia e gastronomia. Queremos consolidar o centro como um refúgio de bem-estar para todas as gerações, um lugar onde a natureza e a ciência se unem para transformar vidas”, completa.

